terça-feira, 31 de maio de 2016

02 - Tesouro líquido - GOTA-D’ÁGUA



Tesouro líquido - GOTA-D’ÁGUA





Especialista da ONU diz que o consumo cresceu mais do que a população e ensina que o rio corre na direção do dinheiro.


Entre os desafios que aguardam o homem nas próximas décadas, talvez nenhum seja mais intimidador do que a falta d’água.
Pode parecer estranho falar em escassez num planeta composto por dois terços de água, mas, do total de 1,5 bilhão de quilômetros cúbicos (1,5 bilhão de trilhões de litros), 97,5% é salgada. Só 2,5% da água da Terra é doce. Parece pouco? Pois 68,9% desses 2,5% estão nos polos congelados e 29,9% em lençóis subterrâneos. Cerca de 0,9% dos 2,5% está nos pântanos. “Temos disponível em lagos e rios 0,3% do total da água doce, ou 0,007% da água do planeta”, diz o engenheiro húngaro Andras Szöllözi-Nagy, 50 anos, secretário do programa hidrológico e diretor da divisão de Ciências das Águas da Unesco, organização educacional, científica e cultural das Nações Unidas.
Especialista da ONU diz que o consumo cresceu mais do que a população e ensina que o rio corre na direção do dinheiro.
Para piorar, a população cresceu três vezes no século XX, enquanto o consumo de água aumentou seis vezes. O problema não é exclusividade de países desérticos. Mesmo o Brasil, que abriga 16% da água do mundo, sofre com o racionamento, graças à má administração dos recursos e da infraestrutura. “Quando o assunto é água, não há vencedores e perdedores. Compartilhar é o segredo”, ensina Szöllözi-Nagy, que deu a seguinte entrevista quando esteve no Brasil.

– Que uso é feito da água?
Andras Szöllözi-Nagy – Dos 42 mil quilômetros cúbicos de água doce existentes, 3,8 mil são utilizados anualmente. Destes, 70% são para irrigação. A indústria usa 20% e os 10% restantes são para uso doméstico. A tendência é assustadora. A população mundial triplicou no século XX, mas o consumo de água sextuplicou! Em 25 anos, a disponibilidade de água per capita caiu pela metade.
– Até pouco tempo havia a crença de que a água era um recurso inesgotável. Afinal, qual é a situação do planeta?
Szöllözi-Nagy – Se não mudarmos nossa relação com a água, estaremos em uma situação muito séria num momento próximo. Mas não vivemos um cenário apocalíptico, como o fim total da água ou uma guerra iminente no Oriente Médio. Há soluções. Estou otimista. As ferramentas estão aí. Precisamos usá-las.

 Majestosa e soberana, reina sobre a mata uma beleza inigualável.
Majestosa e soberana, reina sobre a mata uma beleza inigualável


– Quais ferramentas?
Szöllözi-Nagy – É tentador dizer que a tecnologia é a resposta. Ela é só parte da resposta. A crise da água é um aspecto de uma crise geral do modelo de desenvolvimento calcado no crescimento tecnológico ilimitado. A aplicação de mais tecnologia não pode resolver o problema. É necessário uma resposta cultural e ética. Como o principal consumo é na agricultura, é onde qualquer mudança faz diferença. Há técnicas como a criação de plantas que tolerem água um pouco salgada e a engenharia genética para diminuir a demanda por água da plantação. Existem iniciativas bem boladas de economia e reúso, como saneamento seco (sem descargas), coleta e estoque da água da chuva; e tecnologias para reciclar nutrientes de água do esgoto para a agricultura.
– Quais as principais causas da situação atual?
Szöllözi-Nagy – Nós mesmos. A demanda de água per capita mais do que dobrou, graças a um estilo de vida mais sofisticado, e a agricultura se apoia em irrigação. Há cidades onde o desperdício gerado por vazamentos chega a 70% da água consumida. Para consertar os canos é preciso apenas tapar furos.
– Quais as recomendações da Unesco?
Szöllözi-Nagy – A Organização das Nações Unidas (ONU) se preocupa com isso desde 1972. Ocupa espaços em fóruns como a Conferência Sobre Água e Meio Ambiente ocorrida em Dublin (Irlanda), em 1992, que foi um prelúdio da Rio 92.
Os princípios de Dublin enfatizam a finitude e a vulnerabilidade da água e a necessidade da abordagem participativa no uso e aproveitamento; determinam que se cobre pela distribuição e pela própria água; reconhecem a água como bem econômico e destacam o papel central da mulher. Em muitos lugares, coletar água é um papel feminino. Educar e dar poder às mulheres na gerência da água é um bom investimento. Tivemos ótimos resultados na Mauritânia, melhorando a qualidade da água e da saúde, já que 80% das doenças estão relacionadas com a água.
– Quais as regiões mais afetadas pela crise?
Szöllözi-Nagy – Os países áridos enfrentam desafios mais assustadores. Além do Oriente Médio, há áreas onde a escassez limita o crescimento socioeconômico. O norte da África, o sul da bacia do Nilo, a bacia de Mar de Aral e a região central da Ásia estão em situação muito difícil. A escassez pode ser fonte de conflitos, mas também fator de cooperação. Basta lembrar do acordo de partilhamento da água entre Israel e Jordânia, fundamental para o processo de paz. Quando o assunto é água, não há vencedores e perdedores, pois até os vencedores perderão no futuro. Compartilhar é o segredo.
– Mesmo com bastante água no país, algumas cidades brasileiras precisam racionar. Por quê?
Szöllözi-Nagy – Há áreas úmidas, como a Amazônia, e outras mais secas, como o Nordeste. Mas a maior explicação é o que ouvi de um especialista. Ele me perguntou para onde a água corria. Em direção ao mar, respondi. Errado, ele disse, na direção do dinheiro.

Esse texto está dividido em duas partes. Na primeira, são colocadas as ideias de Szöllözi-Nagy de forma indireta, entremeadas com passagens literais da fala do especialista, ou seja, discurso direto.
Na segunda parte, é apresentada uma entrevista, maneira mais fiel de transcrever as palavras de uma pessoa. Mas, nas duas partes do texto, existe sempre uma preocupação da edição, seja de uma revista ou de um jornal, com o espaço destinado ao texto, o que leva o escritor a selecionar trechos da fala do entrevistado.
Nesse processo, há o risco de se modificarem ideias e opiniões.


Glossário


Ética: parte da Filosofia responsável pela investigação dos princípios que motivam, distorcem, disciplinam ou aventam o comportamento humano.
Prelúdio: ato preliminar, primeiro passo para (alguma coisa).


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segunda-feira, 30 de maio de 2016

A genialidade de Drummond




A genialidade de Drummond





Carlos Drummond de Andrade – o poeta imortal


A luminosa trajetória do gênio que se distinguiu pelo recato e se tornou imortal sem precisar da Academia. Nasceu em 1902 em Itabira, no interior de Minas Gerais, numa família de fazendeiros. Estudou em Nova Friburgo, no Rio de Janeiro, e em Belo Horizonte, foi expulso da escola aos 19 anos por “insubordinação mental”. Formou-se em Farmácia só porque o curso era mais curto que os outros (durava três anos), mas nunca exerceu a profissão. Foi professor de Geografia e Português, jornalista e se aposentou como funcionário público. Passou a juventude em Belo Horizonte, onde fundou uma revista modernista junto com Emílio Moura e João Alphonsus. Aos 23 anos, casou-se com Maria Dolores. Teve um filho que morreu pouco depois de nascer – fato que o deprimiu bastante – e Maria Julieta, que ficou sendo sua filha única.
Apesar de seus mais de sessenta anos de casamento com Maria Dolores e da intensa ligação com a filha, na poesia de Drummond são a cidade de Itabira e a figura do pai do escritor que ganham relevo:

O hábito de sofrer, que tanto me diverte, é doce herança itabirana.

Ou em:

Meu pai perdi no tempo e ganho em sonho.
Se a noite me atribui poder de fuga,
sinto logo meu pai e nele ponho
o olhar, lendo-lhe a face, ruga a ruga.

À medida que Drummond envelheceu, ficou ainda mais radical esse propósito seu de escarafunchar na memória, de redescobrir um menino antigo perdido no tempo, o lancinante amor pelas coisas e pessoas já mortas, recuperáveis somente por meio da poesia.
Temperamento tímido e extremamente cioso de sua privacidade, Drummond pouco falou sobre sua intimidade. De sua vida pública também não falou muito.
Na obra poética, Drummond foi o que o poeta americano definiu como um “mestre”: o que, manejando habilmente aquilo que de melhor é oferecido pela tradição poética, se abre para o novo e consolida uma linguagem inovadora. Linguagem que, com ritmos diferentes, termina por se espalhar pelo idioma revigorando-o. No caso de Drummond, a popularização foi rápida: “Tinha uma pedra no meio do caminho”, “E agora, José?” e “Se eu me chamasse Raimundo/ seria uma rima, não seria uma solução” são expressões que já fazem parte da língua falada. Para quem gosta de poesia, a de Drummond é um veio inesgotável, tanto que praticamente todos os críticos brasileiros, das sumidades às nulidades, a adotaram como objeto de estudo. Para quem não tem interesse por versos, Drummond oferece variedade (lírica, humor, amor, política, vida e morte) e uma comunicabilidade imediata.
Para a literatura brasileira – tanto aquela que faz muito barulho e poucas obras como a formada pela nata dos grandes escritores –, a vida e a obra de Drummond encerram lições contundentes. Poucos, como ele, fugiram das patotas, do academicismo, das declarações bombásticas e dos holofotes da fama. E, por isso, atingiram o efeito inverso: Drummond atingiu a notoriedade como que à sua revelia. Como que adotou a tática de Napoleão Bonaparte para se sobressair entre seus generais. Napoleão incentivava seus generais a se cobrirem de medalhas, alamares e penas, enquanto ele se vestia sobriamente. No conjunto, era a simplicidade de Bonaparte que ganhava destaque. Num ambiente tão ocupado pelos “pavões”, como o Brasil das letras, o retraimento de Drummond fez com que ele atraísse todas as atenções.
Caso também raro entre os literários brasileiros, o poeta não só aceitava críticas como também tinha uma avaliação bastante severa de sua obra. “Não creio na validade da minha obra”, disse em 1980. “Daqui a cinco ou dez anos, terei desaparecido e virão novos poetas, novas formas de poesia, novos critérios, novas tendências”. Às vezes, Drummond partia para uma linha de avaliação que permanecia a meio-termo entre o disparate e a provocação bem-humorada. “A minha produção jornalística é muito maior e incomparavelmente superior à de poeta”, disse há três anos. “Já fui chefe de redação em um jornal em Minas e fui redator de três outros jornais, então a minha vocação é mesmo para o jornal”.
Por timidez e vaidade, Drummond não aceitou os convites para tornar-se imortal entrando para a Academia Brasileira de Letras. Para o poeta, importava mais ficar de fora da Casa de Machado de Assis: ficaria à margem, descompromissado, auferindo as atenções proporcionadas pelo seu gesto. Para a Academia, o dano é irreparável: aquele que é considerado o maior poeta brasileiro de todos os tempos não quis vestir fardão.
Drummond morreu em 1987, vítima de ataque cardíaco, doze dias depois da morte da pessoa que mais amava, a filha Maria Julieta.

Drummond, um dos mais importantes poetas brasileiros de todos os tempos.

 Carlos Drummond de Andrade

Vocabulário


Contundente: que se contunde; incisivo, agressivo.
Revelia: qualidade de rebelde, insurgente.
Cioso: que tem ciúmes ou zelos por amizade ou por amor, ciumento, zeloso.
Sumidade: qualidade do que é eminente, superior.
Alamar: enfeite ou ornato do vestuário.
Fardão: vestimenta de significado simbólico usado por membros de academias literárias.
Auferir: colher, lucrar.
Disparate: expressão destituída de razão e de senso; ato impensado, absurdo; procedimento literário que se utiliza de lógica para passar subitamente de um tema para o outro.
Recato: característica do que é decente, do que tem pureza, honestidade, pudor, modéstia.
Insubordinação: desobediência, rebeldia; motim, revolta.
Lancinante: que lancina, que se faz sentir por pontadas, fisgadas internas.




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domingo, 29 de maio de 2016

Fotografia - Um documento histórico



Fotografia - Um documento histórico





As duas fotos abaixo retratam um mesmo local em dois momentos históricos diferentes. Elas são imagens de uma praça central da cidade de Curitiba (PR) em 1955 e 2010, respectivamente. Na década de 1950, a praça servia de parada de ônibus, mas ali também havia futebol de pelada. Atualmente, calcula-se que passem cerca de 50 mil pessoas por esse local diariamente – um dos grandes terminais rodoviários da cidade.
Pela análise das fotos, é possível perceber as mudanças históricas relativas ao transporte, construções, arborização e outras.


Praça Rui Barbosa em Curitiba (PR), 1955.



Praça Rui Barbosa em Curitiba (PR), 1955.



Praça Rui Barbosa em Curitiba (PR), 2010.



Praça Rui Barbosa em Curitiba (PR), 2010.


Sobre a fotografia moderna brasileira


Não é de estranhar que a preocupação com a documentação transpareça na maior parte da produção fotográfica do século passado. Havia a intenção explícita de documentar o mundo e representá-lo em suas variáveis sociais e materiais. O espaço urbano e os tipos humanos foram os principais temas registrados.
A primeira vez que a fotografia apareceu publicada na imprensa foi em 1880 no jornal Daily Herald, de Nova Iorque. A possibilidade dessa utilização provocou uma revolução nos meios de comunicação existentes. Tratava-se da reprodução da imagem fotográfica em escala industrial. Essa nova tecnologia transformou a imprensa e a fotografia começou a ganhar cada vez mais espaço nas páginas dos jornais.
Inicialmente, a fotografia foi utilizada tão somente para ilustrar os textos escritos, dos quais era mero auxiliar. Os fotógrafos dotados de equipamentos pesados, de pouca mobilidade e difícil manejo, se viam incapazes de adequar sua atuação à velocidade dos acontecimentos. Para trabalharem em recintos fechados eram obrigados a usar flashes de magnésio que cegavam momentaneamente as pessoas retratadas assim, em posições ridículas e depreciativas. De antemão sabia-se o resultado das fotos encomendadas: poses calculadas e rostos crispados pela luz dos flashes. Para esses primeiros fotógrafos de imprensa, o mais importante era documentar os fatos da forma mais objetiva possível. Geralmente provenientes das camadas populares da sociedade, eles eram incultos, gozavam de total desprestígio social e recebiam péssima remuneração. Foi somente a partir do final da década de 1920 que essa situação começou a se modificar.
Em 1925, foi lançada no mercado de aparelhos fotográficos da Europa uma câmara que viria revolucionar a fotografia – a Leica. Essa máquina determinou o redimensionamento da fotografia de imprensa: versatilidade e discrição seriam as suas novas características. É claro que um aparelho tão revolucionário para a época não poderia ser aceito de imediato. No entanto, com o passar do tempo, conseguiu grande aceitação no meio jornalístico.
A fotografia na imprensa brasileira surgiu no início do século. Junto a essa fotografia de reportagem incipiente apareceram as primeiras fotos de publicidade, ligadas ao crescimento do mercado interno e à reestruturação do setor terciário da nossa economia. Os nossos primeiros repórteres fotográficos eram provenientes das classes populares, pessoas sem formação e com instrumental técnico inadequado à sua atividade. Durante quarenta anos, essa foi a realidade da fotografia de imprensa no Brasil. Foi a revista O Cruzeiro, na década de 1940, que modificou definitivamente o estatuto social do fotógrafo, a partir da inclusão da fotografia como elemento ativo da reportagem e do uso da fotopublicidade.
Tudo era motivo para uma boa fotorreportagem, satisfazendo plenamente o gosto da classe média brasileira: expedições à Floresta Amazônica para contactar tribos indígenas, o carnaval e as praias cariocas, os esportes, a política, o glamour das atrizes, os acidentes automobilísticos, os crimes famosos e a vida das nossas grandes cidades.


Curitiba (PR), no início do século XX.



O resgate da memória por meio da fotografia. Curitiba, no início do século XX.


Interpretação e análise da língua:

  • Esse é um texto de informação, pois o que ele pretende é informar ao leitor sobre a fotografia no Brasil, nos tempos modernos. Observe, nesse caso, que o título é uma síntese do conteúdo do texto.
  • O texto de informação deve tratar de um assunto específico e ter uma sequência bem ordenada das informações que apresenta, para que seja claro.



Como fazer um resumo?

Resumir é reescrever de modo sintético as ideias ou fatos de um texto.
Três pontos devem ser observados:
  • em resumos não se fazem comentários pessoais ou julgamentos;
  • não se deve fazer uma “colagem” de partes do texto – isso revela falta de compreensão das ideias do autor;
  • é necessário compreender o conteúdo geral do texto, pois é impossível ir resumindo à medida que se faz a primeira leitura.

Para elaboração de um bom resumo, recomendam-se os seguintes procedimentos:

a) leitura de todo o texto, buscando entender sua ideia central, ou seja, do que trata o texto;
b) releitura do texto, agora buscando observar os detalhes, significados das palavras desconhecidas, sentidos das frases mais complexas e dos conectores – isso, porém, porque, apesar de, etc. – para perceber as relações estabelecidas entre as partes do texto;
c) redação e revisão final do texto.




Glossário


Mobilidade: qualidade ou propriedade do que é móvel ou de que obedece às leis do movimento; facilidade de se mover ou ser movido; facilidade de modificar a fisionomia, a expressão; inconstância, instabilidade.
Manejo: ato ou efeito de executar algo usando as mãos; ou de administrar, dirigir.
Crispar: frisar-se, enrugar-se.

Em português temos as palavras incipiente e insipiente. Veja como são apresentadas no Novo dicionário Aurélio da Língua Portuguesa:

Incipiente. Ad. 2g. que inicia, que está no começo; inicial, iniciante, principiante. [Etim lat. incipiens, entis part. pres. de incipere – começar, dar princípio].
Insipiente. Ad. 2g. 1 não sapiente; ignorante. 2 tolo, néscio 3 sem juízo, insensato, imprudente. [Etim lat. insipiens, entis desarrazoado, insensato].








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sábado, 28 de maio de 2016

Da pedra ao mármore




Da pedra ao mármore




Em pedra, alvenaria, madeira, metal ou mármore, egípcios, gregos e romanos utilizavam colunas colossais em suas construções.
As colunas gregas eram erigidas em mármore seguindo três ordens arquitetônicas: a dórica (a mais simples), a jônica (a mais esbelta) e a coríntia (surge na época clássica, a mais esbelta e ornamentada).
As colunas egípcias utilizadas nos templos eram colossais, possuíam capitéis em forma de folhas, de feixes de papiro, de sino invertido ou com a forma da cabeça da deusa Hathor.
Até hoje podemos vislumbrar construções importantes, dedicadas ao poder, lazer ou ao conhecimento, que utilizam as colunas gregas em suas fachadas.

Templo de Hefesto em Atenas


 Templo de Hefesto em Atenas.
Templo de Hefesto em Atenas.



Glossário


Alvenaria: qualquer obra de pedra e cal.
Colossal: que tem proporção descomunal, enorme, vastíssimo, agigantado.
Arquitetônico: que diz respeito à arte de edificar.
Jônico: designativo de uma das cinco ordens de arquitetura, caracterizada por capitel ornado de duas volutas (ornatos em forma de espiral) laterais.
Capitel: remate de coluna, parte superior de uma coluna esculturada.





Ruínas do pátio do templo de Luxor


  Ruínas do pátio do templo de Luxor.
Ruínas do pátio do templo de Luxor.



Panteão em Roma


 Panteão em Roma.
Panteão em Roma.



Colunas egípcias


 Colunas egípcias.
As colunas egípcias utilizadas nos templos eram colossais, possuíam capitéis em forma de folhas, de feixes de papiro, de sino invertido ou com a forma da cabeça da deusa Hathor.


As três ordens gregas arquitetônicas: dórica, jônica e coríntia


Dórica


 Dórica
Dórica



Jônica


 Jônica
Jônica



Coríntia


 Coríntia
Coríntia



Capitólio dos Estados Unidos, Washington.


 Capitólio dos Estados Unidos, Washington.
Capitólio dos Estados Unidos, Washington.



Fachada da Universidade Federal do Paraná – Curitiba (PR).


 Fachada da Universidade Federal do Paraná – Curitiba (PR).
Fachada da Universidade Federal do Paraná – Curitiba (PR).



Fachada do Teatro Municipal do Rio de Janeiro.


Fachada do Teatro Municipal do Rio de Janeiro.
Fachada do Teatro Municipal do Rio de Janeiro.




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sexta-feira, 27 de maio de 2016

Top 10 - Prédios mais altos do mundo (Atualizado até 05/2016)




Top 10 - Prédios mais altos do mundo (Atualizado até 05/2016)





O Burj Khalifa Bin Zayid (em árabe “Torre de Khalifa”) anteriormente conhecido como Burj Dubai, é um arranha-céu localizado em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, sendo a maior estrutura e, consequentemente, o maior arranha-céu construído pelo homem, com 828 metros de altura em formato de agulha e com 192 andares. Sua construção começou em setembro de 2004 e foi inaugurado em janeiro de 2010. Foi rebatizado devido ao empréstimo feito por Khalifa bin Zayed Al Nahyan, xeique do emirado de Abu Dhabi, depois que emprestou US$ 10 bilhões para a sua conclusão.
A seguir, a lista dos dez edifícios mais altos do planeta (esses prédios são tão altos que fazem jus ao nome “arranha-céus”.


1° – Burj Khalifa – 828 m


Burj Khalifa Bin Zayid (em árabe: برج خليفة; "Torre do Khalifa"), é um arranha-céu em Dubai, Emirados Árabes Unidos, e é atualmente a mais alta estrutura feita pelo homem no mundo, com 828 m (2723 pés) a construção começou em 21 de setembro de 2004, e inaugurado oficialmente em 04 de janeiro de 2010. É tão alto que tem um elevador que chega a 64km/h, o mais rápido do mundo. Nesses 163 andares, tudo é motivo para recorde, a casa noturna mais alta do mundo, mesquita mais alta do mundo, restaurante, observatório, etc.

1° – Burj Khalifa – 828 m

 1° – Burj Khalifa – 828 m
1° – Burj Khalifa – 828 m


2° – Shanghai Tower – 632 m


A Shanghai Tower (em chinês: 上海 中心 大厦), ou Torre de Xangai, em tradução para o português, é um arranha-céus em fase final de construção, localizado no distrito financeiro de Pudong, em Xangai, na República Popular da China. Com previsão de inauguração para 2015, o edifício conta com cerca de 632 metros (ou 2073 pés) de altura, divididos em 128 andares, ocupando uma área de cerca de 380.000 m2 (ft 4.090.000 m²). Em 3 de agosto de 2014, a construção atingiu o ultimo piso e a altura programada. É o edifício mais alto da China, e o segundo mais alto do mundo, superado apenas pelo Burj Khalifa em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.

2° – Shanghai Tower – 632 m

2° – Shanghai Tower – 632 m
2° – Shanghai Tower – 632 m


3° – Abraj Al-Bait Towers – 601 m


A Abraj Al Bait-Torres, também conhecida como a Torre do Relógio Meca Royal Hotel, é um complexo de edifícios em Meca, na Arábia Saudita. O complexo detém vários recordes mundiais, incluindo o hotel mais alto do mundo, a mais alta torre do relógio do mundo, o maior relógio do mundo. A torre do complexo do hotel tornou-se o segundo edifício mais alto do mundo em 2011, superado apenas pelo Burj Dubai Khalifa.
Abraj Al Bait Towers é um dos prédios mais altos do mundo, com 601 m de altura. Todas as sete torres do complexo estão agrupadas em um único edifício, e a sua área de construção é uma das maiores do mundo, com 1 500 000 m².

3° – Abraj Al-Bait Towers – 601 m

3° – Abraj Al-Bait Towers – 601 m
3° – Abraj Al-Bait Towers – 601 m


4° – One World Trade Center – 541 m


One World Trade Center, mais conhecido simplesmente como WTC 1 e anteriormente conhecido como Freedom Tower (em português: Torre da Liberdade), é o edifício principal do novo complexo do World Trade Center em Lower Manhattan, em Nova York, Estados Unidos. A torre fica localizada no lado noroeste do local do World Trade Center e ocupa o local onde o antigo 6 World Trade Center já esteve localizado.

4° – One World Trade Center – 541 m

4° – One World Trade Center – 541 m
4° – One World Trade Center – 541 m


5° – Taipei 101 – 509 m


O Taipei 101, (em Chinês simplificado:台北101) é um arranha-céu de 101 andares, localizado em Taipei, Taiwan. O edifício, projetado por C. Y. Lee e construído por KTRT Joint Venture foi o arranha-céu mais alto mundo superando as Petronas Towers, na Malásia, em 2003, e sendo superado pelo Burj Khalifa, nos Emirados Árabes Unidos, em 2010 e pelas Abraj Al Bait Towers na Arábia Saudita em 2011. O Taipei 101 recebeu o prêmio Emporis Skyscraper em 2004. Foi considerado uma das Novas Sete Maravilhas do Mundo Moderno e uma das Sete Maravilhas de Engenharia.
Taipei 101 dispõe de 101 andares acima do solo e 5 pisos subterrâneos. O edifício foi arquitetonicamente criado como um símbolo da evolução da tecnologia e tradição asiática. Sua abordagem pós-modernista ao estilo, incorpora elementos de design tradicionais e dá-lhe tratamentos modernos. A torre em Taiwan foi projetada para resistir a tufões e terremotos. Um shopping multi-nível adjacente à torre abriga centenas de lojas elegantes, restaurantes e clubes.

5° – Taipei 101 – 509 m

 5° –  Taipei 101 – 509 m
5° – Taipei 101 – 509 m


6° – Shanghai World Financial Center – 492 m


O Shanghai World Financial Center (Chinês simplificado: 上海环球金融中心) é um gigantesco arranha-céu edificado na cidade de Xangai, na China.
É um edifício de uso misto, composto por escritórios, hotéis, salas de conferências, decks de observação, e centros comerciais no piso térreo do shopping. Park Hyatt Shanghai hotel é dos melhores hoteis, contendo 174 quartos e suites. Ocupando a 79 dos 101 andares, é o segundo hotel mais alto do mundo.

6° – Shanghai World Financial Center – 492 m

 6° – Shanghai World Financial Center – 492 m
6° – Shanghai World Financial Center – 492 m


7° – International Commerce Centre – 484 m


International Commerce Centre (Chinês tradicional:環球貿易廣場), esse centro internacional de comercio fica em Hong Kong, inaugurado em 2010, possui 118 andares com hotel, escritórios, praça de alimentação, e um observatório.

7° – International Commerce Centre – 484 m

 7° – International Commerce Centre – 484 m
7° – International Commerce Centre – 484 m


8° e 9° – Petronas Towers (Twin Towers) – 452 m


Petronas são um dos mais famosos arranha-céus e torres gêmeas em Kuala Lumpur, na Malásia. Segundo a definição oficial do ranking da CTBUHe , eles eram os edifícios mais altos do mundo entre 1998-2004 até ser ultrapassado pelo Taipei 101, mas continuam a ser os mais altos edifícios gêmeos já construído no mundo, superando o antigo World Trade Center.

8° e 9°– Petronas Towers (Twin Towers) – 452 m

  8° e 9° – Petronas Towers (Twin Towers) – 452 m
8° e 9° – Petronas Towers (Twin Towers) – 452 m




10° – Nanjing Greenland Financial Center – 450 m


O edifício de 89 andares dispõe de espaço de lojas de varejo, escritório na parte inferior, e restaurantes, um hotel, e um observatório público perto do topo.

10° – Nanjing Greenland Financial Center – 450 m

 10° – Nanjing Greenland Financial Center – 450 m
10°– Nanjing Greenland Financial Center – 450 m





Outros edifícios famosos



11° – Willis Tower – 442 m


A Willis Tower, anteriormente conhecida como Sears Tower, é um arranha-céu localizado em Chicago, nos Estados Unidos, sendo o mais alto edifício da América do Norte de 1974, quando foi inaugurado, até 2014 quando o One World Trade Center em Nova York foi concluido. Ultrapassou as torres gêmeas do World Trade Center, em Nova York, que 1 ano antes já havia superado o Empire State Building, também em Nova York, como o mais alto edifício do mundo.
A Willis Tower foi o edifício mais alto nos Estados Unidos por muitos anos. O arranha-céu é um dos destinos turísticos mais populares em Chicago, e mais de um milhão de pessoas visitam a sua plataforma de observação a cada ano.

11° – Willis Tower – 442 m

 11° – Willis Tower – 442 m
11° – Willis Tower – 442 m




12° – Kingkey 100 – 442 m


KK100 (chinês: 京基100), anteriormente conhecido como Kingkey 100 é um arranha-céu em Shenzhen
O terceiro maior prédio da China tem 98 andares. Só o hotel ocupa 75 andares e os demais são escritórios comerciais e um restaurante luxuoso.

12° – Kingkey 100 – 441,8 m

 12° – Kingkey 100 – 442 m
12° – Kingkey 100 – 441,8 m




13° – Guangzhou West Tower – 440 m


Esta é a maior torre da província de Guangzhou, que tem 8 arranha céus entre as 250 maiores do mundo. Esse foi construído em 2010 e possui 103 andares. É somente a 4° mais alto da China.

13° – Guangzhou West Tower – 440 m

 13° – Guangzhou West Tower – 440 m
13° – Guangzhou West Tower – 440 m




16° – Jin Mao Tower - 421 m


Jin Mao Tower é um arranha-céu, com 421 metros (1,380ft). Edificado na cidade de Xangai, China, foi concluído em 1998 com 88 andares. Perdeu o título de mais alto de Xangai em 2007, quando a estrutura de 493 metros do Shanghai World Financial Center foi concluída.

16° – Jin Mao Tower - 421 m

16° –  Jin Mao Tower - 421 m
16° – Jin Mao Tower - 421 m




24° – Empire State Building - 381 m


O Empire State Building é um arranha-céu de 102 andares de estilo Art déco localizado na intersecção da 5ª Avenida com a West 34th Street na cidade de Nova York. Seu nome deriva do apelido do estado de Nova Iorque. Foi considerada uma das estruturas mais altas do mundo por mais de quarenta anos, desde a sua conclusão em 1931 até que a construção da Torre Norte do World Trade Center que foi concluída em 1972. Ele possui 365 mil toneladas e 73 elevadores. As luzes mudam de acordo com o dia e datas comemorativas.

24° – Empire State Building - 381 m

 24° – Empire State Building - 381 m
24° – Empire State Building - 381 m




1° (Brasil) – Millennium Palace - Balneário Camboriú - 177,3 m


O Millennium Palace é o edifício mais alto do Brasil, com 177,3 metros de altura e 52 andares. Localizado no número 2.960 da Avenida Atlântica, na área central da praia de Balneário Camboriú, em Santa Catarina e inaugurado em 9 de agosto de 2014, o Millennium Palace superou o Mirante do Vale, edifício de São Paulo com 170 metros de altura, que foi por quarenta e oito anos o mais alto do Brasil. Foi erguido pela Construtora FG e tem quase o dobro da altura dos prédios vizinhos.

1° (Brasil) – Millennium Palace - Balneário Camboriú - 177,3 m

 1° (Brasil) – Millennium Palace - Balneário Camboriú - 177,3 m
1° (Brasil) – Millennium Palace - Balneário Camboriú - 177,3 m










Dicas de Gramática


Dica 3 – Uso de AO ENCONTRO DE ou DE ENCONTRO A.

AO ENCONTRO DE é utilizado em uma situação favorável, como na frase
  • “Sua oferta vai ao encontro de minhas expectativas. Aceito!”

DE ENCONTRO A indica uma situação de oposição, como no exemplo
  • “Seus interesses vão de encontro aos meus. Não dá certo!”


Dica 4 – Uso de “AFIM” ou “A FIM”

AFIM é um adjetivo que passa a idéia de igualdade, semelhança, afinidade. Exemplo:
  • “Somos amigos pois temos idéias afins”

A FIM é o mesmo que “para”, e indica finalidade. Exemplo:
  • “Saí na balada a fim de diversão”








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