sábado, 31 de outubro de 2015

A escolha profissional (Pensando no futuro)







A escolha profissional (Pensando no futuro)



No Brasil, a cada 50 alunos que ingressam na faculdade, somente 25 se formam. Dos profissionais que possuem diploma universitário, 60% praticam uma profissão que não tem correspondência alguma com o curso frequentado. Na verdade, é muito comum escolher, na hora de prestar o vestibular, a profissão errada.
Se, no início do século 20, ser médico, engenheiro ou advogado era sinal de bem-estar pessoal e status, no século 21, qualquer profissão pode ser sinônimo de sucesso ou fracasso. Quais são as profissões com maior visibilidade pública nestes dias? A resposta é fácil: profissões ligadas a serviços (consultorias, serviço de comunicações e informática) e lazer (esporte, turismo, música, dança...). Mas todos que trabalham nesses ramos têm sucesso? Obviamente que não.
A palavra profissão tem origem em outra: professar. Professa, como sabemos, quem tem fé. Esta é a primeira lição: o profissional é aquele que tem paixão. Sem paixão, dificilmente alguma pessoa conseguirá aguentar a pressão e a concorrência no mercado de trabalho. Nos últimos 15 anos, ocorreu uma forte mudança na estrutura do mercado de trabalho em virtude da introdução da informática na produção. O tempo de criação diminuiu. Hoje, alguns setores produzem um produto novo a cada três meses, o que obriga as empresas a investirem fortemente em tecnologia e novos produtos.
As grandes empresas começam a demitir os especialistas e contratar os “polivalentes”, que são trabalhadores com várias especializações, que não param de estudar, são muito atualizados e criativos. Em média, um polivalente substitui sete trabalhadores especializados, o que gera muitas demissões. Como a empresa diminui o número de postos de trabalho, a relação entre hierarquias também se altera. Há forte transferência de responsabilidades. Este é o profissional do século 21: corresponsável, criativo, polivalente, dinâmico, que sabe trabalhar em equipe e possui noções de mercado. Seria o mesmo dizer que tudo o que se esperava de um profissional até os anos 70 do século passado se inverteu.
No século 20, esperava-se que ele fosse estável, disciplinado, especializado, individualista, que se adaptasse às mudanças. Hoje, espera-se exatamente o inverso. Um dos maiores especialistas nos estudos de mercado de trabalho contemporâneo, o sociólogo Richard Sennett, afirma em seu último estudo que duas palavras indicam o atual estágio do trabalho: flexibilidade e risco. Ninguém, hoje, tem segurança de que permanecerá em seu trabalho até o final do ano. Todos precisam atualizar-se, constantemente.

Médico, engenheiro, professor, administrador,... diferentes profissões que compõem a sociedade.


Médico, engenheiro, professor, administrador,... diferentes profissões que compõem a sociedade.
Médico, engenheiro, professor, administrador,... diferentes profissões que compõem a sociedade.





Com a informática tirando tantos empregos, daqui a pouco vai ter gente comendo mouse...


 Com a informática tirando tantos empregos, daqui a pouco vai ter gente comendo mouse...
Com a informática tirando tantos empregos, daqui a pouco vai ter gente comendo mouse...




Glossário


Professar: reconhecer publicamente, exercer, ensinar, propagar.






Dicas de Gramática



Concordância do verbo com expressões que indicam porcentagem


A concordância do verbo com expressões que indicam porcentagem depende da presença ou da ausência de outra palavra depois de tais expressões.
  • Considerando o alto valor do prédio, 8% significam um bom dinheiro.
  • Entre os empresários consultados, apenas 1% conhece o projeto.
  • Segundo a pesquisa, 47% da população considera regular o projeto apresentado.
  • Apenas 1% dos empresários consultados conhecem o projeto.

Atenção: Quando a porcentagem não for seguida de outra palavra, o verbo concorda com o número da porcentagem.
Nos casos em que a porcentagem estiver acompanhada por uma palavra no singular ou plural, o verbo concorda com a palavra singular ou plural.





















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sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Lemos a TV e ela nos escreve







Lemos a TV e ela nos escreve



Segundo uma pesquisa realizada pelo Ibope sobre o tempo de permanência dos espectadores diante da tela da televisão. As mulheres vencem os homens: são 54,89% de espectadoras ante 45,11% de homens. Também vencem no tempo gasto para assistir à programação: por dia, elas desperdiçam a incrível soma de 5h08min12s e eles, 4h36min43s!
As classes sociais D e E veem televisão durante 5h11min51s diárias. E os adultos com mais de 50 anos permanecem por mais tempo diante da telinha: 5h28min59s. O mais estarrecedor é que ninguém — homem, mulher, criança, adolescente ou adulto — fica menos de 4h22min43s diárias assistindo à TV!
É mais do que um sexto de cada dia da semana gastos na exposição ao consumo e a programas que não promovem o pensamento reflexivo nem a melhoria dos níveis culturais.
Uma situação tão presente nas diferentes camadas da sociedade brasileira, uma dedicação tão intensa a um veículo de comunicação e uma disponibilidade tão fiel merecem ser consideradas pelos educadores, principalmente quando pensam a respeito de como se formam os modos de interpretação, como as imagens e as palavras influenciam na formação do imaginário coletivo e qual é a ideologia construída a partir da utilização desse veículo.
Marshall McLuhan — ao criar uma definição-síntese da cultura dos anos 1960 ao dizer que “o meio é a mensagem” — que motivou, Eric McLuhan(Seu filho), a aplicar noções e termos bélicos ao assunto da comunicação e propor uma batalha virtual dos meios de comunicação entre si (televisão x cinema x leitura x fotografia), e deles com a cultura (evasão, emoções, uso da tecnologia). Esse caráter agressivo do ataque à televisão expandiu-se para os comportamentos: ele critica a passividade da leitura emocional e de imagens, e adverte para a atividade danosa dessa linguagem sobre o cérebro.
De todos os meios criados pela sociedade ao longo dos tempos, a televisão talvez seja o mais atraente e o de mais fácil acesso. Mas a discussão entre meio e desligamento do real é mais antiga: o grande escritor francês Flaubert apresentava, no romance Madame Bovary (1857), a personagem Ema, cuja razão foi adormecida para que as emoções pudessem reinar absolutas. A causa? Os romances sentimentais!
Alguém pode afirmar que filmes de terror ou thrillers enriquecem a razão humana só porque estimulam os dois hemisférios cerebrais? O fato de o computador — assim como a televisão — se utilizar de cores básicas, torna esse meio de informação e fantástico banco de dados em indiscutível fonte de evasão?
Acreditar que a acusação de evasão seja motivo suficiente para provocar o afastamento do público de todas as idades, crenças e profissões da frente de uma tela iluminada, barulhenta e dinâmica é uma demonstração de ingenuidade. A evasão pode ser um valor tão importante quanto a razão para indivíduos que não conseguem superar as diferenças de educação e de oportunidades de melhoria de vida. A evasão pode funcionar como compensação para uma vida sem horizontes. Quem se detém, mesmo que rapidamente, diante da TV em busca de material de pesquisa e análise, percebe, com a rapidez do raio laser e alimentada pela fibra óptica, que a programação e os interesses mercadológicos é que, intencionalmente, reduzem os espectadores ao estado de amebas com carteira de identidade.
Vivemos em uma época em que a desrazão, ou a falta de uso da razão, é o melhor atestado da sua existência. E que, de maneira racional, se programa um ataque terrorista e uma resposta vingativa no Afeganistão. No momento em que a intelectualidade se recusa a continuar acreditando em dualismos opositivos, como razão x evasão; televisão x leitura e tela x público, persistir neles significa retrocesso.
Um menino frente à tela somente se afastará do real e do racional se todos os seus antecedentes culturais, a satisfação afetiva, os estímulos lúdicos prazerosos e as trocas simbólicas significativas não existirem. O desamparo social, afetivo, cultural e simbólico provoca dores e sofrimentos interiores intensos. A evasão converte-se, nesse caso, em rota de sobrevivência.
A televisão não faz “perder a paciência para a leitura”, como afirma Eric McLuhan, visto que a leitura não é um ato massacrante e tedioso, com o qual se deva ter “paciência”. Um leitor com formação efetiva e crítica lê, APESAR do televisor ligado à sua frente. São linguagens diferentes com poderes diversificados. Coabitam o cérebro. O futuro da cultura não pode ser visto com pessimismo. Fazemos a cultura de amanhã em todos os momentos do presente.
Empresários, programadores, publicitários, artistas e técnicos trabalham racionalmente para produzir o lixo cultural de hoje, que não é voltado exclusivamente para as emoções (que também é um valor cerebral), mas para o instinto, sobretudo o sexual. A evasão e a destruição da razão fazem parte de quem domina os meios de comunicação (em si, meios sem razão e sem emoções) para anestesiar a vontade política e crítica geral. Valorizar músculos e nádegas como projetos de vida é antes questão ética e política do que tecnológica ou emocional.

Autora: Marta Morais da Costa.


Tempo prolongado em frente à televisão não faz bem à saúde da criança.


 Tempo prolongado em frente à televisão não faz bem à saúde da criança.
Tempo prolongado em frente à televisão não faz bem à saúde da criança.




Televisão desligada


 Televisão desligada
QUINO. Toda Mafalda. 5. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2001.




Sem tempo


 Sem tempo
BENETT. Coletânea de charges e tiras.(Paixão, Pancho e Benett). Gazeta do Povo, Curitiba, [s.d.].




Comentarista


 Comentarista
LAERTE. Comentarista. Folha de S. Paulo, 24 jun. 2001.




TV na floresta


 TV na floresta
LAERTE. TV na floresta. Folha de S. Paulo, 25 maio 2001.





Glossário


Estarrecedor: que causa espanto, assombro, que causa horror.
Absoluto: independente, sem restrições, ilimitado, soberano, único.
Lúdico: relativo ao jogo, a brinquedo que visa a mais divertimento.






Dicas de Gramática



Escrevo números por extenso ou não?


A maioria das pessoas acha que os números de um texto formal sempre devem ser escritos por extenso. Na realidade, existem algumas diretrizes que determinam se há necessidade de se escrever o número por extenso ou se é possível escrever o algarismo.
Seguem, como material de consulta, as principais diretrizes de uso dos números em textos de Redação Empresarial.

Escreva todo número abaixo de dez por extenso
As nove máquinas compradas pela empresa apresentaram problemas.
O diretor assinou os oito contratos sem ler as cláusulas com cuidado.
Exceções: unidades de medida, idade, tempo, datas, números de páginas, porcentagens, valores, proporções.
Exemplos: 2 metros 32 anos 8h00 16 de novembro Página 4 51% R$ 50,00

Escreva números sempre que dois ou mais estiverem em um mesmo período
No 4º dia do evento, 42% dos convidados não compareceram nas 50 mesas redondas agendadas.

Nunca misture número com numerais (por extenso)
Em vez de: No sexto dia do lançamento, 20% do novo produto ainda não estavam distribuídos.
Escreva: No 6º dia do lançamento, 20% do novo produto ainda não estavam distribuídos.

Escreva os grandes números na forma mais familiar ao leitor
Pondere qual é mais familiar: 185.000.000 1,85 x 108 185 milhões 185 x 106

Use números seguidos de palavras quando os últimos cinco ou seis dígitos forem zero
3 milhões (em vez de 3.000.000)
160 milhões (em vez de 160.000.000)

Escreva decimais e frações em números
0,39 (e não zero vírgula trinta e nove)
¾ (e não três quartos)

Não exagere o grau de precisão: escreva números com, no máximo, duas decimais
0,65 (e não 0,65187)
0,83 (e não 0,82798)

Se o número é uma aproximação, mencione
Aproximadamente 13 milhões…
Cerca de 30 metros distante…
Perto de 15 litros se perderam…

Não comece uma frase com números
Quatro quintos do território de vendas
e não
4/5 do território de vendas
ou
4 quintos do território de vendas.
Três mil e quatrocentos reais foi o custo do treinamento
e não
R$3.400,00 foi o custo do treinamento.

Só se usa a forma 02, 03, 09 em documentos de natureza legal, fiscal, jurídica ou cartorial





















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quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Quem te viu, quem TV...







Quem te viu, quem TV...



Um olhar para o futuro




Depois de tantas festas, a tevê brasileira, na verdade, não mudou muito nesses 65 anos. Não se criaram ideias novas nem programas muito diferentes. A grande transformação ocorreu no campo técnico. E aí o avanço foi notável. Sob o aspecto intelectual e criativo, pouco mudou, ou melhor, pouco se criou. A tevê de alta definição, digital, não vai significar uma televisão mais inteligente. Essa estagnação intelectual da televisão brasileira sempre foi um fator de preocupação.
Uma saída em busca de uma televisão mais criativa, oxigenada e com novas propostas seria uma abertura para a produção independente. Nos Estados Unidos, mais da metade da produção televisiva é realizada por produtoras independentes. Isto é: as produtoras criam as ideias e os roteiros, contratam os artistas e diretores, usam o seu próprio equipamento técnico e entregam para as emissoras o produto pronto e finalizado. As redes ou emissoras apenas encomendam os programas — previamente definidos por pesquisas —, vendem para os patrocinadores e pagam o seu custo para as produtoras. Fica para as emissoras a realização dos telejornais, a opinião editorial. O mesmo acontece na Europa e no Japão. Essa é uma opção para democratizar e principalmente oxigenar, no futuro, a nossa programação, abrindo espaço para novas ideias, talentos, estilos e pensamentos. Abrindo, principalmente, o mercado de ideias.
No Brasil, a produção independente se iniciou junto com a nossa televisão. O próprio Sílvio Santos começou como produtor independente até criar o SBT, que exibe poucos programas independentes brasileiros, ficando mais nas produções mexicanas.
Um acontencimento importante da ultima decada, que é fundamental lembrar, a nossa televisão, está se mesclando com a Internet, ganhando um novo rosto com novas ideias produzidas em todas as regiões do Brasil. Estamos vivendo e nos identificando com nosso país e a nossa cultura com uma programação muito mais democrática.

A tecnologia alterou o modo de vida da sociedade.


  A tecnologia alterou o modo de vida da sociedade.
O uso de satélites na comunicação encurtou as distâncias.




O tempo passa, mas a TV continua a mesma


Novelas, programas de auditório e telejornais são exemplos de formatos existentes desde os anos 1950 e que se mantêm entre os mais vistos.


A principal vítima na guerra da audiência entre as emissoras é a inovação. Na briga pelo Ibope nos canais abertos, acirrada pela migração de telespectadores para a Internet, as apostas ficam com formatos consagrados, que tomam espaço da experimentação.
Um giro pelos canais ou uma olhada na lista dos programas mais vistos, segundo o Ibope, mostra que boa parte das atrações exibidas seguem fórmulas quase tão antigas quanto a própria televisão. Não que esses formatos sejam ruins, você pode fazer algo bom com uma fórmula antiga. Mas a televisão não pode se esgotar no que está aí. As grandes emissoras preferem investir em fórmulas fáceis e já testadas, com as quais é mais garantido acertar no sentido financeiro. E tudo fica muito parecido, porque um canal copia o outro. Eles se voltaram para a audiência e não para o público. Historicamente, a TV brasileira é sustentada por um tripé: teledramaturgia, telejornalismo e variedades. São fórmulas de sucesso e, tratando-se de indústria cultural, não há interesse em correr riscos. Isso é mais claro em emissoras que não consolidaram audiência alta, sem espaço para arriscar. A Globo ainda tem espaço para testar alguma coisa, as outras, não.
Segundo Sérgio Mattos, diretor da Universidade Baiana de Ensino, Pesquisa e Extensão e autor do livro A televisão no Brasil: 50 anos de história, o que ocorre na TV brasileira é semelhante ao que se tornou padrão nos EUA. A programação norte-americana deve estar quase 80% tomada por game shows, talk shows e séries, formatos que sempre fizeram sucesso por lá. E nós estamos caminhando para isso, afirma.

Segmentação


Outro caminho provável, é uma aproximação cada vez maior das emissoras abertas do formato já seguido pela Internet. Com a convergência de mídias, a assimilação da internet pela televisão, poderemos ver o surgimento de canais abertos segmentados. Isso representaria uma busca do público que, cada vez mais, vai migrar para mídias que oferecem alternativas individualizadas.
A derrocada da inventividade nas emissoras está diretamente ligada ao período do Plano Real. Entre 1994 e 1998, cerca de 6 milhões de famílias que nunca haviam tido aparelho de televisão em casa passaram a ter. São cerca de 24 milhões de novos telespectadores, concentrados principalmente nas classes de menor renda.
A partir daí, há o reforço de interesse dos canais em investir em formatos como os dos programas de auditório, capazes de abranger os mais variados temas e se comunicar de maneira direta com as classes C e D. Outro fato também acorrido nessa época é a do ressurgimento da importância dos programas de auditório, a partir desse período, cresceu a divisão da audiência entre os canais.
Tem ocorrido uma “popularização perversa da TV aberta”. O conceito do que é “popular” deveria ser repensado. É comum ouvir as pessoas dizerem não aguentar mais a programação do domingo. Mas elas acabam vendo por falta de outras opções melhores.
Hoje no Brasil a necessidade popular está caracterizada pela demanda por formação e informação do telespectador brasileiro.



Televisão: educação ou alienação?


 Televisão: educação ou alienação?
Televisão: educação ou alienação?




À Televisão - José Paulo Paes


Teu boletim meteorológico
Me diz aqui e agora
Se chove ou se faz sol.
Para que ir lá fora?

A comida suculenta
Que pões à minha frente
Como-a toda com os olhos
Aposentei os dentes.

Nos dramalhões que encenas
Há tamanho poder
De vida que eu próprio
Nem me canso em viver.

Guerra, sexo, esporte
– Me dás tudo, tudo.
Vou pregar minha porta:
Já não preciso do mundo.

PAES, José Paulo. À televisão. In: Prosas seguidas de Odes Mínimas. São Paulo: Cia das Letras, 1992.



Glossário


Concessão: permissão; ato de ceder em favor de outrem; privilégio, direito que se obtém do Estado para exploração de riquezas minerais do subsolo, de serviços públicos, etc.
Derrocada: desabamento, queda; ruína.






Dicas de Gramática



Dica 19 – Uso de “TÃO POUCO” ou “TAMPOUCO”

TÃO POUCO é o mesmo que “muito pouco”, como no exemplo “Ganho tão pouco que não dá nem pro cafezinho”

TAMPOUCO é o mesmo que “também não”, como no exemplo “Não comi a salada tampouco a sobremesa”





















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quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Obesidade infantojuvenil








Obesidade infantojuvenil



A prevalência da obesidade cresce em todo o mundo e preocupa cada vez mais os médicos. Mesmo em países pobres, onde a desnutrição é uma tradição endêmica, esse mal se manifesta como sério problema de saúde. Na Inglaterra, o governo pretende reduzir a obesidade entre homens e mulheres em 25% e 33%, respectivamente. Nos Estados Unidos, a meta é diminuir em 23% o número de pessoas obesas nos próximos dois anos, de acordo com o projeto Healthy People. Entretanto, houve um aumento de 30% na parcela da população obesa.
Essa tendência aponta para a necessidade imperiosa de combate e controle da obesidade desde a infância e adolescência. Em geral, o aumento da obesidade infantojuvenil é agravado pela forma de tratamento equivocada adotada em muitos casos, tratando-a com esquemas semelhantes aos dos adultos, em vez de esperar que o crescimento da criança leve a uma adequação do seu peso com relação à altura. As repercussões que o excesso de peso acarreta a médio e longo prazos na saúde são, entre outras, aumento do colesterol, hipertensão arterial, doenças cardiovasculares, diabetes, alterações dermatológicas e complicações ortopédicas e da função pulmonar.
A obesidade é um distúrbio do metabolismo energético, em que ocorre armazenamento excessivo de energia sob a forma de gordura no tecido subcutâneo. Como beira o caráter de epidemia, trata-se mais de um problema de saúde pública do que estético. O Brasil, que não superou um problema de Terceiro Mundo, a desnutrição infantil, absorveu este das nações ricas – a obesidade. Pesquisa realizada na cidade de São Paulo mostra que, entre jovens de 10 a 12 anos, uma média de 25% têm excesso de peso.
O melhor caminho para não se tornar obeso é a prevenção, começando pelo aleitamento materno e mantendo uma alimentação controlada durante toda a vida. Entretanto, estabelecida a obesidade, o tratamento requer uma abordagem multidisciplinar, clínica, psicológica, nutricional e de educação física. Na criança, o uso de qualquer medicamento traz riscos.
É necessário educar. A obesidade é um fator de risco não apenas para a mortalidade prematura, como para condições crônicas que levam à incapacidade e perda de produtividade e comprometimento da qualidade de vida e do funcionamento desta e de futuras gerações.

Obesidade infantojuvenil


  Obesidade infantojuvenil
Obesidade infantojuvenil



Pinturas de Correggio e Howson - O padrão de beleza feminina através dos tempos


  Pinturas de Correggio e Howson - O padrão de beleza feminina através dos tempos
HOWSON, Peter. Retrato da cantora Madonna. 2002. Óleo sobre tela. Coleção particular do casal Matthew Flowers.



Pinturas de Correggio e Howson - O padrão de beleza feminina através dos tempos


  Pinturas de Correggio e Howson - O padrão de beleza feminina através dos tempos
CORREGGIO, Antonio Allegri. Júpiter e Io (detalhe). 1531. Óleo sobre tela, 163,5 cm x 70,5 cm. Kunsthistorisches Museum, Viena (AT).




Aposta na prevenção


A prevenção da obesidade deve ser feita desde o nascimento, e uma das ferramentas mais eficazes é a amamentação. “Bebês amamentados no peito têm menos chances de se tornarem adultos gordos porque, no esforço de sugar o seio, desenvolvem a percepção da saciedade, ou seja, sentem que a fome acaba e param de mamar”, afirma o médico pediatra Fábio Ancona Lopez. Já o leite oferecido na mamadeira, além de chegar à boca com mais facilidade, o que faz o bebê receber mais alimento do que necessita, costuma ser muito calórico, principalmente se for engrossado com farinhas e adoçado. Para saber se o bebê caminha para ser um adulto com peso normal ou um obeso, basta ficar de olho na balança.
De acordo com o padrão internacional de pediatria, no primeiro ano de vida é normal que ele triplique o peso que tinha ao nascer. A partir do segundo aniversário e até a adolescência, a criança pode ganhar em média de 2 a 3 quilos por ano.


Amamentação: garantia de alimento saudável durante os primeiros meses de vida.


 Amamentação: garantia de alimento saudável durante os primeiros meses de vida.
Amamentação: garantia de alimento saudável durante os primeiros meses de vida.




Culinária barata


Cientista amador cria pratos à base de insetos e publica nos EUA livro com 33 receitas originais.


Se você for convidado para jantar em Washington na casa de David George Gordon, prepare-se. Pensando bem, é melhor ir jantado, pois das iguarias do cardápio composto por esse entomologista (estudioso de insetos) não vai querer é nada. É que o trivial variado oculto sob as baixelas de Gordon é composto de insetos. É isso mesmo, abelhas, formigas, gafanhotos, grilos, cupins, lagartas, vermes, larvas de toda a espécie e – argh!!!, elas não podiam faltar – baratas... Mas seu paladar não se restringe a seres minúsculos de seis patas. As papilas gustativas do anfitrião salivam ante a possibilidade de abocanhar cada uma das oito coxinhas de artrópodes como aranhas e escorpiões. Esses últimos, aliás, Gordon diz serem deliciosos. Biologicamente próximos dos moluscos, o sabor da carne dos escorpiões lembra muito o de uma casquinha de siri, afirma. A mesma história sempre se falou da carne de cobra, que teria sabor similar à do frango, mas quem está disposto a conferir uma sucuri à cabidela?
David diz estar consciente da sensibilidade dos insetos, não os sacrifica a pauladas nem esmagados na sola do sapato. Prefere que não sofram. Por isso, congela-os. Suas receitas foram desenvolvidas a partir de um estudo sobre a dieta de insetos dos povos primitivos, uma constante na história da humanidade. Para iniciantes insetívoros e pessoas com estômago delicado, Gordon recomenda suas formigas ao chocolate – confessando ao mesmo tempo que quase qualquer coisa coberta por chocolate fica boa. Outra indicação são os espetos de gafanhoto, aqueles bichos que, quando revoam, revoam aos bilhões, em nuvens imortalizadas na Bíblia como uma das sete pragas do Egito. Ele recomenda especificamente os gafanhotos aos iniciantes pelo fato de sua anatomia lembrar vagamente a dos camarões, o que em tese reduziria o temor da primeira garfada. A mesma filosofia vale para sugerir os escorpiões à escalopine, cuja dica de preparo é curta e grossa: manuseie com cuidado. O bicho é venenoso, mas como o saco com o veneno encontra-se na extremidade da cauda, aconselha-se cortá-la durante o preparo.
De maneira geral, as propriedades nutritivas dos insetos são estupendas, afirma o degustador. Um quinto de cada gafanhoto é composto de proteínas, quantidade comparável à de um bifinho. Grilos são ricos em cálcio e cupins têm ferro à beça. Com isso, o mestre-cuca quer derrubar o preconceito de que insetos são seres nojentos tomados por micro-organismos nocivos à saúde. Segundo ele, o importante é saber a procedência dos ingredientes, adquirindo-os de fornecedores conhecidos e respeitados. Mas, tendo-se tempo disponível, nada impede caçar insetos no jardim ou nos parques públicos. A única advertência é esquecer os seres com cores vivas e manchas coloridas. Esses, assegura o especialista, têm gosto ruim. Insetos verdes, marrons e pretos são saborosos. Têm essas cores justamente como instrumento de defesa para mimetizar-se no meio ambiente, pois são os preferidos dos predadores.

Pratos à base de insetos - Iguaria inigualável.


 Pratos à base de insetos - Iguaria inigualável.
Pratos à base de insetos - Iguaria inigualável.



Gafanhoto: para alguns, uma iguaria.


 Gafanhoto: para alguns, uma iguaria.
Gafanhoto: para alguns, uma iguaria.




Glossário


Endêmico: particular a um povo ou região.
Caloria: quantidade de energia de uma substância; unidade de medida de calor.
Cabidela: modo de preparar galinha e seus miúdos, refogados no sangue da própria ave; galinha ao molho pardo.
Nocivo: prejudicial, danoso.
Gengibre: planta cuja raiz é utilizada sob diversas formas na alimentação, na farmacologia e na cosmética.






Dicas de Gramática



Dica 18 – Uso de “SE NÃO” ou “SENÃO”

SE NÃO é o mesmo que “caso não”, como na frase “Se não dormir mais cedo, vou acordar mais tarde”

SENÃO é o mesmo que “do contrário”, como na frase “Eu estava dormindo, senão atenderia”;
ou o mesmo que “a não ser”, como na frase “Não faço outra coisa senão amar você”



















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terça-feira, 27 de outubro de 2015

Estação espacial internacional








Estação espacial internacional



Dezessete anos depois de ser lançada, a Estação Espacial Internacional (ISS, sigla em inglês), um ambicioso projeto de base orbital de iniciativa americana, representa hoje o mais efetivo trampolim para a exploração humana do Sistema Solar.
A ISS, é uma base espacial que orbita ao redor da Terra a 350 km de altitude. Seu objetivo principal é facilitar a pesquisa científica e a exploração espacial, e sua construção foi concluída em 2010. Ela sucede a estação orbital russa Mir (“paz” em russo), voluntariamente destruída por causa de sua velhice, em março de 2001, depois de 15 anos no espaço.
A história da ISS se iniciou em novembro de 1998 com a colocação em órbita do primeiro módulo Zarya, construído pelos russos e financiado pelos Estados Unidos.
“É o maior projeto de cooperação tecnológica internacional, jamais realizado antes em termos de duração, custos e quantidade de países envolvidos”, afirmou John Logsdon, historiador do Museu Nacional do Ar e do Espaço em Washington.
Além dos Estados Unidos, que financiam a maior parte do projeto — estimado em 100 bilhões de dólares —, outras 15 nações participam da construção da estação orbital: Rússia, Japão, Canadá, Brasil e os 11 países-membros da Agência Espacial Europeia.
“Acredito que a estação seja um primeiro passo no caminho para as atividades humanas de longo prazo em novas áreas de operação espacial”, disse Logsdon em entrevista à AFP. “Não é um fim em si mesmo, mas, sim, uma etapa na exploração espacial tripulada”, explicou. “Precisamos acumular experiência em voos espaciais de longa duração, seu impacto fisiológico, e a melhor maneira de fazer isso é na estação”, acrescentou o historiador.
Além do fato de que a ISS permite aos cientistas testar tecnologias para viver no isolamento (como, por exemplo, o desafio técnico de reciclar urina para obter água potável), a estação espacial tem como objetivo estudar as interações sociais entre os astronautas, que convivem em um espaço limitado durante longos meses.
A tragédia do ônibus espacial Columbia em 2003, quando uma falha na proteção térmica da nave fez com que ela explodisse ao entrar na atmosfera terrestre, atrasou a montagem da ISS em dois anos. Contudo, a estação “demonstrou que as associações multinacionais também podem funcionar quando as coisas vão mal”, acredita Logsdon, para quem a ISS constitui uma espécie de marco referencial para futuras cooperações internacionais. “As longas estadias na Lua e em Marte não poderão acontecer se não contarem com uma organização financiada internacionalmente”, estimou o historiador, destacando as dificuldades orçamentárias enfrentadas pelo projeto.
O diretor da Nasa, Michael Griffin, expressou opinião semelhante em entrevista à AFP. Hoje, os Estados Unidos possuem os meios necessários para financiar suas próprias ambições espaciais, mas “este não será o caso da próxima geração”, estimou. “Acho que a Europa está totalmente pronta para dar o próximo passo no espaço”, destacou Griffin, alertando que o Velho Continente não teria condições de fazê-lo sozinho.
Para Doug Millard, curador do departamento espacial do Museu de Ciência de Londres, o laboratório europeu Columbus “aumentou significativamente as capacidades espaciais da Europa”. O laboratório japonês Kibo, por sua vez, foi transportado e acoplado à ISS três meses depois. “Penso que o estudo das reações do corpo humano à microgravidade é o principal valor científico trazido pela ISS”, destaca Millard.
Alexandre Vorobiev, porta-voz da agência espacial russa, definiu a ISS como um “projeto notável” e “um dos fatores que ajudaram a Rússia a preservar sua indústria espacial”. A ISS mantém uma tripulação permanente de três astronautas, que ficam a bordo por períodos de vários meses. A capacidade de acomodação deve ser ampliada, graças aos materiais e equipamentos trazidos pelo ônibus espacial Endeavour, que está acoplado à estação.

Estação espacial: base orbital que possibilita a exploração do espaço.


 Estação espacial: base orbital que possibilita a exploração do espaço.
Estação espacial: base orbital que possibilita a exploração do espaço.




A tecnologia espacial ampliou a visão da ciência sobre o Universo.


 A tecnologia espacial ampliou a visão da ciência sobre o Universo.
A tecnologia espacial ampliou a visão da ciência sobre o Universo.




Glossário


Trampolim: prancha longa.
Fisiológico: estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos.






Dicas de Gramática



Dica 17 – Uso de “POR QUE”, “PORQUE”, “POR QUÊ” ou ““PORQUÊ”

O uso dos porquês não é tão simples, precisa de um pouco de atenção. Para facilitar o seu entendimento, podemos usar o eficiente mecanismo de substituição:

Usa-se o POR QUÊ se puder substituir por “por qual motivo”, como no final da frase “Você me odeia tanto por quê?”
Usa-se o PORQUÊ se puder substituir por “o motivo”, como na frase “Não sei porquê tenho que estudar tanto!”
Usa-se o POR QUE se puder substituir por “por que motivo”, como na frase “Eu sei por que você não me liga mais!”
Usa-se o PORQUE se puder substituir por “porquanto”, como na frase “Não vi porque sou cego.”















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segunda-feira, 26 de outubro de 2015

As fronteiras do Universo

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As fronteiras do Universo


Desvendar o Universo é um sonho que, apesar das tecnologias desenvolvidas pelo homem, ainda está distante.



Em 21 de dezembro de 1968, Frank Borman, Jim Lovell e Bill Anders foram os protagonistas de um show inusitado. A missão Apollo 8 durou sete dias e seis noites e foi a primeira a levar o homem à órbita da Lua. Os Estados Unidos davam um passo à frente da União Soviética. Os tripulantes, porém, não conseguiram pousar na Lua. A nave apresentou defeitos graves, enfrentou um choque com um meteorito e uma tempestade solar. Mesmo assim, a operação foi considerada um sucesso: os três conseguiram retornar aos Estados Unidos e o sentimento geral era de que o homem estava pronto para receber o futuro.
Diretores da Nasa anunciaram para o ano de 1969 mais cinco missões Apollo. A de número 9 foi um importante teste de equipamentos e a missão 10 avançou um pouco, mas também não chegou a atingir o solo lunar. No dia 20 de julho de 1969, no entanto, Neil Armstrong, da Apollo 11, tornou-se o primeiro homem a pisar na Lua. A novidade foi comunicada pela TV e pelo rádio a cerca de 1,2 bilhão de pessoas. A tripulação contou com mais dois homens: Edwin “Buzz” Aldrin e Michael Collins. Armstrong proferiu uma das mais famosas frases da história: "Este é um pequeno passo para um homem, mas um salto gigantesco para a humanidade".
A bandeira dos Estados Unidos foi hasteada e a ela Armstrong e Aldrin prestaram continência. Em solo lunar foi deixada uma placa com a mensagem: "Aqui os homens do planeta Terra pisaram pela primeira vez na Lua. Julho de 1969 d.C. Viemos em paz, em nome de toda a humanidade". Na bagagem, os astronautas trouxeram 37 quilos de pedras, que foram analisadas em laboratórios. A ideia era descobrir por meio dessas rochas os segredos do sistema solar e de todo o mundo.
Quatro dias depois dos primeiros passos na Lua, os três voltaram a Terra e ficaram isolados durantes muitos dias. A hipótese de que poderiam sofrer algum tipo de contaminação foi logo descartada. De acordo com os astronautas mais importantes do mundo, a chegada do homem até a Lua representava a nova era da vida na Terra. Os soviéticos saudaram os americanos, mas não se livraram do amargo gosto da derrota.
A missão Apollo 12 esteve na Lua em novembro de 1969 e foi responsável por investigar crateras. Os tripulantes voltaram a Terra com muitas fotografias e material coletado no solo da Lua. No início de 1970 foi a vez da aventura por meio da Apollo 13. A missão foi conturbada em função de vários problemas com a nave durante a viagem de ida. Os astronautas James Lovell, Fred Haise e John Swigert reagiram ao inusitado de forma serena, não demonstraram medo, tomaram as providências emergenciais com precisão e conseguiram voltar com vida.
Alguns anos após a primeira viagem até a Lua, imaginava-se que a colonização de outros planetas viria logo em seguida. O Projeto Apollo durou duas décadas e foram investidos mais de 40 bilhões de dólares por parte dos Estados Unidos. O valor da conquista simbólica é inegável e lucrou-se muito com a aplicação da tecnologia espacial em outros setores industriais. Em ganhos práticos ainda falta muito.

“Este é um pequeno passo para um homem, mas um salto gigantesco para a humanidade.”



Uma das marcas deixadas em solo lunar pelas botas do astronauta Aldrin na missão Apollo 11 em 20 de julho de 1969


 Uma das marcas deixadas em solo lunar pelas botas do astronauta Aldrin na missão Apollo 11 em 20 de julho de 1969
Uma das marcas deixadas em solo lunar pelas botas do astronauta Aldrin na missão Apollo 11 em 20 de julho de 1969



Astronautas da missão Apollo 11


 Astronautas da missão Apollo 11
Astronautas da missão Apollo 11, da esquerda para direita, Neil A. Armstrong, comandante; Michael Collins, piloto do módulo de comando; e Edwin E. Aldrin (Buzz), piloto do módulo lunar.



Apollo 12, a segunda missão lunar de pouso


 Apollo 12, a segunda missão lunar de pouso
Apollo 12, a segunda missão lunar de pouso





A fronteira do Universo


Muitos artistas encontram seus motivos no universo. Universo que guarda inúmeros mistérios, que conseguimos enxergar aqui da terra e que vive em nossos sonhos, emoções, fantasias, ...
O artista representa o Universo do tamanho de seu mundo e nós o vemos do tamanho do nosso mundo.

A fronteira do Universo


 A fronteira do Universo
ZEMEK, Carlos. A fronteira do Universo. s.d. Óleo sobre tela, 50 x 40 cm. Acervo do autor.





Astronave - Helena Kolody



Soberbo monumento da astronáutica
num pedestal de cifras.
Bezerro de ouro,
cosmonave!
Milhares de famintos
baixaram ao vale da morte,
para que pudesses subir.

KOLODY, Helena. Sinfonia da vida. Curitiba: Posigraf, 1997.





Decolagem do Ônibus Espacial Atlantis em sua última missão


 Decolagem do Ônibus Espacial Atlantis em sua última missão
Decolagem do Ônibus Espacial Atlantis em sua última missão




Glossário


Soberbo: arrogante, orgulhoso.
Pedestal: aquilo que serve para elevar, para colocar em evidência.






Dicas de Gramática



Dica 15 – Uso de “MAU” ou “MAL”

MAU é o oposto de “bom”, como no exemplo: “Eu sou mau. Vou para o inferno”
MAL é o oposto de “bem”, como no exemplo: “Ele fala muito mal”


Dica 16 – Uso de “POR” ou “PÔR”

POR é preposição: “Por favor, reze por mim”
PÔR é verbo, o mesmo que “colocar”: “Vou pôr o livro sobre a estante”
















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